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Governo vai efetivar 2.030 policiais. Já para a UPE, só a praga da seleção simplificada

24 de outubro de 2013

Governo vai efetivar 2.030 policiais. Já para a UPE, só a praga da seleção simplificada

Governo de Pernambuco vai efetivar 2.030 policiais. Já para a UPE, só a praga da seleção simplificada

Servidores e concursados não podem ficar imóveis diante de tamanho abuso. É preciso defender o concurso como se defende a Gratificação de desempenho.

Deu no Jornal do Commércio de 11.01.2013, no caderno Cidades, que o Governo do Estado vai efetivar, até março, 1.400 policiais militares e 630 escrivães e agentes da Polícia Civil. Serão 2.030 novos servidores no Estado. Bom saber.

Por outro lado, mesmo com a falta de servidores atrapalhando a prestação de serviços nos três hospitais universitários – Huoc, Procape e Cisam -, o Governo responde com a praga da seleção simplificada. É querer mesmo desqualificar a Universidade de Pernambuco. Além da falta de servidores nos hospitais, ainda há a falta de servidores nas faculdades. O número de vagas abertas por aposentadoria, morte e exoneração não chega a 700. A UPE fica no torniquete pela falta de servidores e a solução que se apresenta é a seleção simplificada.

A falta de um concurso que resolva o problema de pessoal da Universidade de Pernambuco é uma opção política do Governo do Estado. O objetivo, ao que vem parecendo, é fazer o quadro de servidores definhar.

Caro servidor, a falta de um concurso para pessoal técnico-administrativo condena todos ao pior dos mundos: cria um ambiente de trabalho nocivo, doente e faz os servidores correrem riscos desnecessários. Ou todos assumem essa boa e justa briga – a luta por concurso público que resolva os problemas da UPE, ou até a carreira de técnico-administrativo estará comprometida.

O Governo não pode fazer o que está fazendo, aniquilando a carreira de técnico-administrativo, prejudicando o atendimento ao cidadão e prejudicando o cotidiano de trabalhadores da UPE – mas faz. A resignação e acomodação do trabalhador terminam sendo aliadas do Governo. Não adianta reclamar só no setor de trabalho – o que é o mesmo que ficar em silêncio. É preciso retomar as mobilizações por concurso público e pela chamada de todos os concursados – do Cisam -, para que ocupem as vagas ociosas da UPE. Mobilização cansa e enfada, não é? Mas é o único jeito de reverter a situação em que o governo Eduardo Campos tem colocado o quadro de servidores da UPE.

Eduardo Campos vai cortar R$ 350 milhões do custeio de 2013 e transferir esse dinheiro para investimento. E o custeio é, justamente, a parte no orçamento que faz o Estado contratar servidores. Até março, o máximo, o próprio governador, subsidiado por levantamento da secretaria de Administração, vai decidir onde vai chamar servidores efetivos ou por seleção simplificada. Então, até março, a missão do Sindupe e servidores da UPE é chamar a atenção do governador para os mil problemas que a falta de servidores promovem na UPE.

O Sindupe vai fazer uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para tratar estratégias de luta. Chamar os concursados, não é demais dizer, é um problemas dos próprios servidores também. Então servidor da UPE, participe dessa AGE! A vitória depende do esforço de todos! Participe!

Assembleia Geral Extraordinária / Auditório da FCM / Campus Santo Amaro / 21 de fevereiro / Às 9h.

 

 

FEVEREIRO

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